Nenhum Evento programado para hoje.
|
neste momento estão online 10 visitante(s) 0 utilizador(es).
Você ainda não é nosso utilizador. É grátis! Clique aqui
|
| Quinta, Março 04 | | · | Montijo: Aluno roubado e esfaqueado |
| Segunda, Março 01 | | · | Educação dos pais limita salário dos filhos |
| Domingo, Fevereiro 21 | | · | Mudanças prometidas para o 3.º ciclo vão ser um ''mero ajuste''!... |
| Terça, Fevereiro 16 | | · | Transferência de escolas públicas ''abre as portas à privatização..." |
| Segunda, Fevereiro 01 | | · | Professores pedem revisão urgente do Estatuto do Aluno |
| Quinta, Janeiro 28 | | · | Comportamentos de risco são ‘moda’ |
| Terça, Janeiro 26 | | · | Perfil da classe docente |
| Domingo, Janeiro 10 | | · | A farmácia da educação |
| Domingo, Dezembro 20 | | · | Chegaram as férias escolares - o problema é se chegam também as notas negativas |
| Quinta, Dezembro 17 | | · | Nos países com sucesso não há chumbos e o 1.º ciclo tem seis anos |
Artigos antigos
|
Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais
R. de Angola, 1 - C/V
Cova da Piedade
2805-078 Almada
Telefone: 351 - 212 746 534
Site: http://www.fersap.pt
Mail: fersap@fersap.pt
|
Recebemos 5507452 visitantes desde 1 de Novembro de 2005
|
|  |
“Mega agrupamentos” são aberração
Enviado por Quarta, Junho 30 @ 00:11:37 CEST por Amaral |
|
Duas dezenas e meia de directores escolares do distrito de Coimbra manifestaram «grande perplexidade» com a decisão do Governo de criar “mega agrupamentos”, que consideram ser um «novo factor de instabilidade» e de «desvalorização das questões pedagógicas».
«Estamos convencidos de que na constituição destes novos ‘mega agrupamentos’ foram tidas em conta apenas razões de carácter economicista que, a serem postas em prática, se traduzirão numa inequívoca deterioração da qualidade da escola pública, através da desvalorização das questões pedagógicas», afirmam em comunicado.
Para os directores de agrupamentos e de escolas não agrupadas, esta nova decisão do Ministério da Educação dificultará a «promoção das aprendizagens, contribuindo, assim, para o aumento do insucesso e abandono escolar, bem como da indisciplina», apostando numa «quantificação pedagógica em detrimento evidente da qualidade».
Há pouco mais de um ano – recordam – vigora «o novo e pouco pacífico modelo de gestão e administração das escolas», com a figura do director, e «julgava-se que a acalmia, a serenidade e o ambiente propício à eficácia nos processos ensino-aprendizagem tinham regressado à escola pública portuguesa».
Salientam que estas escolas, «que ao longo do tempo adquiriram uma personalidade própria, que investiram nos projectos educativos que a identificam, vêem-se agora confrontadas com uma necessidade de adaptação a novas regras, novos objectivos, a novas parcerias, sem que a sua fusão seja feita por afinidade de projectos mas por localização geográfica, o que vem contrariar a tão propalada autonomia das escolas».
Os directores afirmam não compreender que o Ministério da Educação «tenha avançado com a mudança do modelo de gestão e administração das escolas que foi polémico, para, passado um ano, se pôr tudo em causa, invocando a necessidade de implementação dos novos agrupamentos».
Para estes responsáveis, «não se compreende que o Ministério não respeite o trabalho dos seus colaboradores e que ignore que estes trabalham intensamente para que as suas escolas e alunos tenham sucesso», e que «a qualidade de ensino e as questões pedagógicas sejam preteridas a favor de medidas administrativas desenhadas nos gabinetes sem um verdadeiro conhecimento da realidade».
«Muita da instabilidade que tem ocorrido na Educação se deve às sucessivas e avulsas orientações da tutela sem que os directamente envolvidos neste processo tivessem tido oportunidade de manifestar a sua opinião. Se a escola pública tem funcionado com qualidade, isso deve-se ao profissionalismo dos docentes e das gestões escolares, pois têm sido eles que têm agarrado as pontas deste novelo que os responsáveis têm criado», concluem.
Diário de Coimbra | 29-06-10
Nota: Aproveitando-se do início de férias Socrates e adjuntos querem impor as suas atabalhoadas medidas economicistas à comunidade educativa, quer encerrando escolas de forma indiscriminada e atentatória à qualidade de vida das crianças, quer criando mega-agrupamentos anti-pedagógicos e anacrónicos.
A quem não nos respeita é tempo de dizer: BASTA!
|
| |
|
Você ainda não tem uma conta? Pode criar uma aqui. Como utilizador registado, pode configurar o web site de acordo com as suas preferências, além de ter outras vantagens exclusivas.
|
Pontuação Média: 5 Votos: 1

|
|
| "Login" | Login/Criar uma Conta | 0 comentários |
|
| | Os comentários são propriedade de quem os escreveu. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo. |
|
|
|
Os comentários não podem ser enviados por utilizadores anónimos. Por favor registe-se |
|
|