Bem vindo ao  Portal FERSAP
Câmara Municipal de Setúbal

 
Localizar
Temas
  Login/Criar uma Conta Fazer pagina inicial Juntar aos favoritos    

Menu Principal
· Home
· A Estante
· A sua conta
· Agenda
· Albuns
· Arquivo Histórico
· Associe-se
· Blogs
· Contacto
· Conteudos
· Documentos
· Enviar Notícias
· Estatísticas
· Estatutos
· Formação
· Forum
· Inquéritos
· Internet Segura
· Legislação
· Links na Web
· Perguntas Frequentes
· Procura
· Quiosque do Portal
· Recomende-nos
· Reg. Eleitoral
· Socios
· Temas
· Top 10
· TV Online

Rede Social FERSAP

Próximo 1 Eventos

Sugerir um Evento Sugerir um Evento

Associações
CONFAP
COSAP
Eventos
FERSAP
MAP
Reuniões FERSAP
Seminários
UCAPA
UCAPES

Calendário de Eventos
Setembro 2010
  1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
 
Nenhum Evento programado para hoje.

Sugerir um Evento Sugerir um Evento

Quem está ligado
neste momento estão online 10 visitante(s) 0 utilizador(es).

Você ainda não é nosso utilizador. É grátis! Clique aqui

Artigos antigos
Quinta, Março 04
· Montijo: Aluno roubado e esfaqueado
Segunda, Março 01
· Educação dos pais limita salário dos filhos
Domingo, Fevereiro 21
· Mudanças prometidas para o 3.º ciclo vão ser um ''mero ajuste''!...
Terça, Fevereiro 16
· Transferência de escolas públicas ''abre as portas à privatização..."
Segunda, Fevereiro 01
· Professores pedem revisão urgente do Estatuto do Aluno
Quinta, Janeiro 28
· Comportamentos de risco são ‘moda’
Terça, Janeiro 26
· Perfil da classe docente
Domingo, Janeiro 10
· A farmácia da educação
Domingo, Dezembro 20
· Chegaram as férias escolares - o problema é se chegam também as notas negativas
Quinta, Dezembro 17
· Nos países com sucesso não há chumbos e o 1.º ciclo tem seis anos

Artigos antigos

Link directo

FERSAP

CONFAP

FERLAP

COSAP

UCAPA

UCAPES


Parcerias

APF

IAC

Tic-T@c

Plano Nacional de Leitura

IPJ

IDT

APSI

Min. Educação

DREL

PRP



Contactos
Federação Regional de
Setúbal das
Associações de Pais


R. de Angola, 1 - C/V
Cova da Piedade
2805-078 Almada

Telefone:
351 - 212 746 534

Site:
http://www.fersap.pt

Mail:
fersap@fersap.pt

Total de Visitas
Recebemos
5503860
visitantes desde 1 de Novembro de 2005

Nos países com sucesso não há chumbos e o 1.º ciclo tem seis anos
Enviado por Quinta, Dezembro 17 @ 00:18:24 CET por Amaral

Educação Seis anos de primeiro ciclo com um professor generalista, nalguns casos coadjuvado por outros docentes de áreas específicas. Na Austrália, Canadá, Finlândia, Japão, Reino Unido e Irlanda não há chumbos, mas progressão automática, escreve Bárbara Wong, no jornal Público.
Entretanto, foi anunciado que o Ministério da Educação quer fazer alterações no plano de estudos do ensino básico e vai mexer no número de disciplinas para que haja uma maior articulação das áreas curriculares.

A excepção é a vizinha Espanha, onde o aluno pode ficar retido num dos ciclos, uma única vez, ao longo da escolaridade básica. Estas são algumas das opções educativas feitas pelos países mais bem colocados no estudo PISA, que avalia a literacia matemática, científica e na língua materna dos estudantes de 15 anos, dos países da OCDE.

O relatório Opções Educativas Sectoriais de Alguns Países Integrados no PISA, coordenado por Glória Ramalho, ex-presidente do Gabinete de Avaliação Educacional, é apresentado num seminário sobre os impactos das avaliações internacionais, promovido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), hoje, em Lisboa. Para Ana Maria Bettencourt, presidente do CNE, este debate é importante. "Mesmo que estejamos face a contextos muito diferentes, o conhecimento de soluções adoptadas e a sua discussão permitem operar rupturas num pensamento por vezes bloqueado".

Por cá, a Lei de Bases do Sistema Educativo, de 1986, já previa que o professor do 1.º ciclo fosse coadjuvado. Também a formação dos professores abre as portas a que os futuros docentes possam dar aulas nos dois ciclos. Por isso, podia haver um único ciclo, dizem os responsáveis pelas confederações de pais Albino Almeida, da Confap, e Maria José Viseu, da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação.

Também a FNE vê com bons olhos a união dos dois ciclos, desde que haja "um maior investimento", aponta João Dias da Silva, secretário-geral. "Desde que não haja perdas de apoios no 2.º ciclo", salvaguarda Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof. O problema são os equipamentos, alerta José Manuel Canavarro, ex-secretário de Estado da Administração Educativa, lembrando que os novos centros escolares construídos pelas autarquias podem não ter lugar para os alunos do 2.º ciclo.

No que diz respeito às retenções, à excepção de José Manuel Canavarro, a opinião é unânime: é preciso mais investimento em recursos humanos para identificar os problemas logo que estes surgem. Professores de apoio, dizem a Fenprof e a FNE. "Admito um sistema mais rigoroso e mais flexível, sem retenções, desde que haja uma avaliação continuada", remata Nuno Crato, da Sociedade Portuguesa de Matemática.

Por Bárbara Wong, in Jornal Público
16-12-2009


OCDE assinala carências de educação em Portugal

Lusa | 2009-12-16

Estudo aponta Portugal como um dos países com piores resultados de educação na população activa, comparáveis com os dos países considerados mais atrasados, situados fora da Europa.

O estudo do Conselho Nacional de Educação, a que a agência Lusa teve acesso, analisa dados do Programa de Avaliação Internacional de Estudantes, patrocinado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

No que toca às habilitações literárias das pessoas entre 25 e 64 anos, em 2005, o 9.º ano era o máximo a que tinham chegado três quartos das pessoas, o que coloca Portugal no grupo dos países mais atrasados, como México, Brasil ou Turquia.

Comparando com outros países europeus, Portugal fica muito atrás: na Dinamarca, por exemplo, apenas um por cento da população activa tinha em 2005 habilitações abaixo do 6.º ano (em Portugal, o número atinge 59%), enquanto 50% concluiu o Ensino Secundário (em Portugal, não passa dos 13%).

"As habilitações portuguesas ao nível dos seus parceiros da OCDE só são comparáveis com países que se situam fora da Europa", refere o relatório, acrescentando que entre 1960 e 2005 é "pelo menos decepcionante" o ritmo a que aumentou a taxa de escolarização da população.

No meio de um quadro geral muito negativo da evolução da educação no século XX, Portugal pode ainda ter alguma esperança, indica o relatório, que olha para os "resultados nos testes escolares a Ciências, Matemática e Leitura dos filhos da mão-de-obra activa portuguesa" para dizer que "estão a caminhar mais depressa do que a média da OCDE".

"Pode estar a emergir perante os nossos olhos um padrão de crescimento convergente", refere-se nas conclusões do relatório, que destaca a importância de prudência na comparação de estatísticas mas aponta como factores positivos a "ajuda dos professores e os investimentos feitos na educação de forma sustentada desde o início da década de noventa".

Numa comparação entre os resultados dos alunos de vários países da OCDE em testes de Ciências, Matemática e Leitura realizados em 2006, Portugal, embora não esteja nos lugares cimeiros (ocupados por países como a Finlândia, Coreia do Sul ou Canadá), já se aproxima mais de países europeus como a Itália ou Luxemburgo.

Olhando para a prática de outros países, os responsáveis pelo relatório indicam que as políticas educacionais seguidas professam quase todas a importância dos primeiros anos de escolaridade e destacam que o ciclo da educação primária é, em países como o Reino Unido, Irlanda ou Japão, de seis anos, com um único professor generalista.

Na definição de currículos escolares, as práticas de outros países analisados centram-se na "definição de metas de aprendizagem e o destaque dos tópicos mais importantes no sentido de evitar abordagens superficiais".

Um aspecto que o relatório identifica como carecendo de estudo é a retenção dos alunos no mesmo ano, da qual "Portugal apresenta ainda níveis demasiado elevados comparativamente com outros países desenvolvidos", reportando-se a dados dos anos 2000, 2003 e 2006.

"Comparativamente com Espanha, Irlanda e Japão, Portugal é o país onde existe maior proporção de alunos que ficaram retidos no mesmo ano de escolaridade mais do que uma vez", frisa o relatório.


Ministério quer alterar plano de estudos do ensino básico

O Ministério da Educação quer fazer alterações no plano de estudos do ensino básico e vai mexer no número de disciplinas para que haja uma maior articulação das áreas curriculares. O número de horas também vai sofrer mudanças, revelou a ministra Isabel Alçada na abertura do seminário O impacto das avaliações internacionais nos sistemas educativos, no Conselho Nacional de Educação (CNE), ontem, em Lisboa.

Isabel Alçada está preocupada com o trabalho na sala de aula. Além das competências básicas na área da leitura, escrita, Matemática e Ciências, também as Tecnologias de Informação e Comunicação são consideradas essenciais, avançou a ministra, acrescentando que a tutela está a dar grande atenção ao currículo, de maneira a resolver problemas e promover melhores resultados escolares.

Além do "ajustamento do plano de estudos" para o básico, outra das acções prioritárias é estabelecer metas de competências para cada ano de escolaridade - esta foi a primeira medida anunciada por Alçada. Esta é também uma das medidas que a maior parte dos países com bons resultados no estudo PISA (que avalia a literacia na língua materna, Matemática e Ciências dos alunos do 15 anos dos países da OCDE) já adoptou, revela o estudo Opções educativas sectoriais de alguns países integrados no PISA, coordenado por Glória Ramalho e encomendado pelo CNE, ontem apresentado.

O estudo mostra as opções educativas de seis países bem posicionados no PISA (Austrália, Canadá, Finlândia, Japão, Reino Unido e Irlanda) e da vizinha Espanha, escolhida pela proximidade. O objectivo não é "copiar", mas a comparação pode servir de inspiração para que se mudem algumas práticas, defende Ana Maria Bettencourt, presidente do CNE.

Para Isabel Alçada, os estudos internacionais permitem "clarificar a situação de Portugal face aos seus parceiros" e "criar um padrão que permita apreciar se o sistema educativo nacional está a ser desenvolvido de forma correcta".

Andreas Schleicher, da OCDE, considera que, por vezes, não é preciso gastar mais dinheiro para ter melhor educação. Os países bem colocados têm currículos claros, metas estabelecidas, bons professores e escolas com autonomia, mas também têm avaliação, conclui.

17.12.2009 | Público | Bárbara Wong

 
Login
Nome

Password

Você ainda não tem uma conta? Pode criar uma aqui. Como utilizador registado, pode configurar o web site de acordo com as suas preferências, além de ter outras vantagens exclusivas.

Links relacionados
· Mais sobre Educação
· Notícias por Amaral


Os artigos mais lidos sobre Educação:
Alunos aprendem regras de comportamento no almoço


Classificação do artigo
Pontuação Média: 4
Votos: 1


Please take a second and vote for this article:

Excellente
Muito Bom
Bom
Regular
Mau


Opções

 Imprimir Imprimir

 Envie este artigo a um amigo Envie este artigo a um amigo


"Login" | Login/Criar uma Conta | 0 comentários
Os comentários são propriedade de quem os escreveu. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Os comentários não podem ser enviados por utilizadores anónimos. Por favor registe-se


Federação Regional das Associações de Pais de Setubal

FERSAP ao serviço das Associações de Pais para uma Educação Participada

Conteudos © 2005 - FERSAP- Todos os Direitos Reservados

Gestor do site webmaster


Pode-se associar ás nossas noticias usando o ficheiro backend.php ou ultramode.txt


PHP-Nuke Copyright © 2004 by Francisco Burzi. This is free software, and you may redistribute it under the GPL. PHP-Nuke comes with absolutely no warranty, for details, see the license.
Geração da Página: 0.14 Segundos